terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

To the old times... (IV)







forgive and forget






sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

To the old times... (III)







together we stand,
divided we fall






quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

To the old times... (II)







even the greatest fortune starts with a single coin






sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

To the old times... (I)







never give up







quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011




Vercingetórix larga suas armas aos pés de Júlio César (1899), Lionel-Noël Royer



"Was sich nie und nirgends hat begeben,
Das allein veraltet nie".

Ou como fora traduzido por Wolfgang Leo Maar em O mundo como vontade e como representação (parte III): "O que nunca e em lugar algum aconteceu,/Somente isto jamais envelhece". No §51 dessa grande obra Schopenhauer cita Schiller, buscando ilustrar a relação entre o ofício do historiador e do poeta.

Ora, certos detalhes da História perderam-se para sempre nos rumores populares. Como saber exatamente o que aconteceu com Vercingetórix quando entrou sozinho no campo de Júlio César para anunciar sua rendição? A poesia preenche estas lacunas com o que é esteticamente agradável. Assim, enquanto o historiador parece ser um escravo dos fatos e dados empíricos, costurando os retalhos da tapeçaria do tempo, o poeta reconstrói a História, como se desse voz aos grandes heróis e tiranos.

A poesia não é uma fonte da juventude, mas traz consigo mais sobre a felicidade e a "imortalidade" do que se imagina.

Sublime.